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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Tatuquara sem transporte coletivo

O Tatuquara é um bairro que tem hoje mais de 42 mil habitantes, nem assim, a Prefeitura disponibilizou uma linha que ligue o bairro com o centro da cidade. As linhas que cruzam a região transportam os passageiros ou para o terminal da CIC ou do Pinheirinho, só então, as pessoas têm acesso aos ligeirinhos ou ônibus expressos que chegam ao centro. Nesta quarta-feira, Gleisi Hoffmann esteve novamente no bairro para ouvir as reivindicações da comunidade.
Além dos problemas da falta de uma unidade de saúde 24 horas, que obrigam os moradores do Tatuquara a percorreram 14 quilômetros quando precisam de um atendimento de emergência, a fila da creche que já registra 400 crianças à espera há dois anos, o transporte coletivo é outro drama da população. “Nos horários de saída para o trabalho, no começo da manhã, e na volta, no fim da tarde, nossos ônibus são muito lotados. Levo uma hora e meia para chegar à Praça Rui Barbosa”, conta Débora Silva, moradora do bairro.
O bairro é atendido pelos alimentadores Santa Rita-CIC, Santa Rita-Pinheirinho, Rio Bonito e Jardim da Ordem. Para chegar a outros bairros, obrigatoriamente ir a um dos terminais porque não existe linha do Interbairros que sirva à região. “Essas linhas têm apenas um ônibus que vão e voltam ao terminal. Só para chegar ao terminal levamos meia hora. Trabalhava até pouco tempo em Pinhais, e levava três horas para chegar e mais três horas para voltar”, explica Onice Pereira, que hoje trabalha no Capão Raso, que também é na Região Sul e ainda assim ela leva 40 minutos para chegar.
“Esse tipo de problema é um exemplo claro da falta de planejamento, da falta de um estudo de demanda para as linhas de ônibus. Tenho insistido na idéia da importância do IPPUC voltar a planejar o futuro de Curitiba”, afirma a candidata à Prefeitura pela coligação Curitiba Para Todos (PT-PSC-PRB-PHS-PMN-PTC).
Gleisi lembra que alguns bairros de Curitiba cresceram rapidamente, o Tatuquara é um dos exemplos, e não houve um planejamento da Prefeitura para atender à população com a infra-estrutura que ela necessita. “Atender às pessoas tem que ser prioridade para a Prefeitura. Não adianta ficar fazendo propaganda de obras e falando de números, se na prática a população continua sofrendo”, diz Gleisi.

 

Assessoria de imprensa Gleisi Hoffmann

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sábado, 6 de setembro de 2008

2º semestre letivo: Crianças ainda sem escola no Sítio Cercado e Pinheirinho

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Encerrado o primeiro semestre letivo, ainda há famílias de baixa renda obrigadas a deixar os filhos em casa por falta de vagas ou de transporte. Pelo menos 1,2 mil pais e mães tiveram de recorrer no primeiro semestre deste ano aos conselhos tutelares de Curitiba para conseguir vagas em escolas públicas estaduais ou ainda para reclamar de matrículas feitas em colégios que ficam muito longe de onde os alunos moram. Metade do ano se passou e ainda há crianças e adolescentes que estão em casa, esperando a abertura de uma vaga no colégio para poder estudar. Em alguns casos, a situação tem também implicação financeira, como uma mãe do Sítio Cercado (zona Sul) que vai perder o Bolsa Família porque o filho está fora da escola, mas não por vontade dela.
Idália da Paixão Silva, mãe do menino de 11 anos André Luiz Silva Pereira, começou a lutar contra a falta de vagas nas escolas do bairro onde morava em dezembro do ano passado. “Ele estava na 4ª série e recebi uma carta que avisava sobre a falta de vagas no Umbará”, conta. “Decidi mudar de endereço para ajudar meu filho. Fui para o Sítio Cercado e encontrei o mesmo problema. Procurei o Núcleo de Educação, falei com a assistente social, deixei o nome do meu filho em uma lista de espera na escola, que tem mais de 115 nomes.” O menino até conseguiu ser matriculado oficialmente, mas em um colégio do bairro do Pinheirinho. O problema é que ele não consegue ir à aula por causa da distância entre a casa e a escola: precisa pegar três ônibus, percorrendo um trajeto que demora 50 minutos para ser feito. “Não tenho dinheiro para pagar o vale-transporte e ele também não pode ir sozinho até lá”, lamenta a mãe. Resultado: André está em casa, olha todos os dias para o material escolar comprado no início do ano, que ainda permanece intacto, e chora quando vê o irmão mais velho saindo para estudar. “Ele está triste, porque sempre gostou de ir para a escola. É um bom aluno. Falou que sonha em ser desenhista”, conta Idália. Além da falta de vagas, a mãe enfrenta agora a possibilidade de ter o Bolsa Família cancelado. “Preciso fazer o recadastramento e já me avisaram que, se eu não comprovar que os meus dois filhos estão freqüentando a escola, nada feito.” Outras crianças enfrentam a mesma realidade (veja matéria nesta página).

Pollianna Milan (Gazeta do Povo)

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sábado, 6 de setembro de 2008

Falta de Creches no Pinheirinho

Está no artigo 54, inciso IV, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): é dever do Estado assegurar à criança de zero a 6 anos de idade atendimento em creche e pré-escola. Na prática, contudo, o direito é violado insistentemente. De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), em 2004, havia 33 mil crianças sem creche em Curitiba. Segundo o MP-PR, hoje este número gira entre 40 a 45 mil, um aumento de, no mínimo, 21%. O levantamento foi feito pelo próprio MP-PR junto aos Conselhos Tutelares.No Pinheirinho, 650 solicitações de vagas foram feitas diretamente ao Conselho Tutelar. “As mães vêm aqui e choram. Não têm como sair do emprego, senão não têm como pagar aluguel ou prestação. Essas crianças ficam na rua, com o vizinho”, conta a conselheira tutelar Cecília de Souza Lima. A regional conta com 21 CMEI’s. Cecília calcula que seriam necessários cerca de 15 novos CMEI’s para atender toda a demanda da região. (TC)

 

 enviado pela comunicação do Comitê

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sábado, 2 de agosto de 2008

Saiba como foi a inauguração do Comitê Pinheirinho

 

Neste sábado (12/07), o Comitê da Coligação “Curitiba Para Todos” do Pinheirinho foi inaugurado com festa e caminhada. Nossa candidata Gleisi Hoffmann destacou a garra dos militantes petistas que a acompanharam durante a tarde nas visitas pela região. “Quero agradecer a companhia de vocês hoje nas andanças pelo Pinheirinho e dizer que vocês tem alma de guerreiros e guerreiras.” Destacou ainda que assim como diz o nome da nossa coligação, “os comitês são para todos, para todos os partidos que nos apoiam, para todos os moradores e quem quiser conhecer nossas propostas.” Nossa candidata afirmou que é só no olho no olho, nas conversas que conhecemos nossa Cidade e contou aos presentes no ato da inauguração sobre sua vista no Posto de Saúde 24 horas do Pinheirinho. “Muita gente esperando ser removida de lá para outros hospitais, gente com doenças graves e poucos médicos. Um verdadeiro caos.” disse Gleisi Hoffmann. “Quando o Prefeito Beto Richa fala que saúde vai bem em Curitiba, acho que está falando do plano de saúde dele e não o da populaçã,” afirmou Gleisi.

“Nos últimos anos, o melhor Prefeito de Curitiba foi o Presidente Lula”, disse Dr Rosinha

O Deputado federal Dr Rosinha que esteve presente no Comitê disse que “há muito tempo a Cidade de Curitiba vive mais de marketing do que fatos concretos que mudem a vida das pessoas, com dignidade.” Além disso, lembrou que o Prefeito Beto Richa faz propaganda de programas que tem a contrapartida do governo federal e não o menciona. “No debate, o prefeito citou o Restaurante Popular como uma realização apenas da Prefeitura. Esqueceu de dizer que grande parte dessa realização vem das verbas do governo federal”, lembrou Dr Rosinha. E concluiu: “Nestes últimos anos, o melhor Prefeito de Curitiba foi o Presidente Lula.”

Entusiasmo da militância

Zezinho, coordenador do comitê, não se conteve de alegria ao ver o entusiasmo da militância da região. “Nossa campanha é feita e continuará sendo feita com o trabalho da militância que além da garra sabe porque está aqui. Participa de reuniões, discute. Se vamos para rua, sabemos muito bem o que falar com a população, nossas propostas e anseios para a cidade.”

 

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Militantes com “alma de guerreiros e guerreiras” no Comitê do Pinheirinho

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Neste sábado (12), o Comitê da Coligação “Curitiba Para Todos” do Pinheirinho foi inaugurado com festa e caminhada. Nossa candidata Gleisi Hoffmann destacou a garra dos militantes petistas que a acompanharam durante a tarde nas visitas pela região. “Quero agradecer a companhia de vocês hoje nas andanças pelo Pinheirinho e dizer que vocês tem alma de guerreiros e guerreiras.” Destacou ainda que assim como diz o nome da nossa coligação, “os comitês são para todos, para todos os partidos que nos apoiam, para todos os moradores e quem quiser conhecer nossas propostas.” Nossa candidata afirmou que é só no olho no olho, nas conversas que conhecemos nossa Cidade e contou aos presentes no ato da inauguração sobre sua vista no Posto de Saúde 24 horas do Pinheirinho. “Muita gente esperando ser removida de lá para outros hospitais, gente com doenças graves e poucos médicos. Um verdadeiro caos.” disse Gleisi Hoffmann. “Quando o Prefeito Beto Richa fala que saúde vai bem em Curitiba, acho que está falando do plano de saúde dele e não o da populaçã,” afirmou Gleisi.

“Nos últimos anos, o melhor Prefeito de Curitiba foi o Presidente Lula”, disse Dr Rosinha

O Deputado federal Dr Rosinha que esteve presente no Comitê disse que “há muito tempo a Cidade de Curitiba vive mais de marketing do que fatos concretos que mudem a vida das pessoas, com dignidade.” Além disso, lembrou que o Prefeito Beto Richa faz propaganda de programas que tem a contrapartida do governo federal e não o menciona. “No debate, o prefeito citou o Restaurante Popular como uma realização apenas da Prefeitura. Esqueceu de dizer que grande parte dessa realização vem das verbas do governo federal”, lembrou Dr Rosinha.

E concluiu: “Nestes últimos anos, o melhor Prefeito de Curitiba foi o Presidente Lula.”

Entusiasmo da militância

Zezinho, coordenador do comitê, não se conteve de alegria ao ver o entusiasmo da militância da região. “Nossa campanha é feita e continuará sendo feita com o trabalho da militância que além da garra sabe porque está aqui. Participa de reuniões, discute. Se vamos para rua, sabemos muito bem o que falar com a população, nossas propostas e anseios para a cidade.”

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

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